USO DE CÉLULAS ESTROMAIS MESENQUIMAIS NO TRATAMENTO E CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS

PERSPECTIVAS PARA A EPIDERMÓLISE BOLHOSA

Autores

  • Ana Luiza Lau Martins
  • Adriana Lau da Silva Martins
  • Anderlúcia Corrêa Guedes
  • Ângela Cristina Malheiros Luzo

Resumo

A Epidermólise Bolhosa (EB) compreende um grupo de doenças raras caracterizadas pela extrema fragilidade cutânea e pela formação recorrente de bolhas, podendo ter origem hereditária ou autoimune. A forma hereditária engloba diferentes subtipos, classificados de acordo com a camada da pele afetada e a gravidade das manifestações clínicas. A doença pode acometer indivíduos de todas as idades, sendo frequentemente diagnosticada na infância, e impacta significativamente a qualidade de vida dos pacientes, especialmente devido à dor crônica, às lesões cutâneas e ao alto custo do tratamento. Atualmente, não há cura para a EB, e o manejo clínico é voltado ao controle dos sintomas e à prevenção de complicações. Nesse contexto, terapias baseadas no uso de células estromais mesenquimais (MSCs) têm sido amplamente investigadas devido ao seu potencial regenerativo, imunomodulador e parácrino. Este estudo tem como objetivo realizar uma revisão bibliográfica sobre a utilização de MSCs no tratamento da Epidermólise Bolhosa.

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Publicado

2026-08-21

Como Citar

Lau Martins, A. L., Lau da Silva Martins, A., Corrêa Guedes, A., & Cristina Malheiros Luzo, Ângela. (2026). USO DE CÉLULAS ESTROMAIS MESENQUIMAIS NO TRATAMENTO E CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS: PERSPECTIVAS PARA A EPIDERMÓLISE BOLHOSA. Simpósio De Práticas Pedagógicas Do UGB, 1(14). Recuperado de https://revista.ugb.edu.br/simposio/article/view/3774