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Revista Episteme Transversalis
v. 17 n. 2 (2026)Editorial Ciência, formação e compromisso social: conhecimentos que atravessam territórios, sujeitos e práticasA publicação do volume 17, número 2, de 2026, da Revista Episteme Transversalis representa mais um movimento de consolidação de um projeto editorial orientado pela interdisciplinaridade, pela pluralidade epistemológica e pelo compromisso com uma ciência capaz de dialogar com questões concretas da sociedade.
Os trabalhos que constituem esta edição expressam, em diferentes campos do conhecimento, uma preocupação comum: compreender fenômenos contemporâneos não apenas em sua dimensão teórica, mas a partir das implicações que produzem sobre os sujeitos, as instituições e os territórios. Educação, saúde, arquitetura, meio ambiente, trabalho, memória, direitos e inclusão social encontram-se, neste número, como dimensões de uma realidade complexa que desafia respostas disciplinares isoladas.
Essa característica traduz, de maneira particularmente significativa, a própria identidade da Revista Episteme Transversalis. A transversalidade que dá nome ao periódico não se limita à reunião de pesquisas provenientes de diferentes áreas. Ela se manifesta sobretudo na possibilidade de construir aproximações entre campos científicos distintos, reconhecendo que os grandes problemas contemporâneos atravessam fronteiras acadêmicas e requerem perspectivas capazes de integrar conhecimento, criticidade e responsabilidade social.
No campo da Educação e Sociedade, os estudos publicados nesta edição colocam em evidência questões centrais para o debate educacional brasileiro: acesso, permanência, formação docente, protagonismo discente e democratização das oportunidades educacionais.
A investigação sobre indicadores de evasão no ensino superior privado apresenta uma problemática que ocupa posição estratégica na gestão acadêmica contemporânea. Compreender a evasão exige ultrapassar sua leitura como dado estatístico e reconhecê-la como fenômeno multidimensional, relacionado a fatores acadêmicos, socioeconômicos, institucionais e individuais. Nesse sentido, a proposição de indicadores constitui contribuição relevante para que instituições possam antecipar situações de vulnerabilidade acadêmica e estruturar políticas de permanência mais consistentes.
Em outro contexto educacional, o Projeto John Não Falta direciona a atenção para a presença escolar no Ensino Fundamental I e evidencia que frequência, pertencimento e aprendizagem são dimensões profundamente articuladas. A permanência na escola não pode ser reduzida à presença física do estudante: implica construir condições para que ele reconheça aquele espaço como lugar legítimo de aprendizagem, convivência e desenvolvimento.
A educação como possibilidade de transformação social também se faz presente nas experiências do pré-vestibular popular do MEP-VR. A educação popular reafirma-se, nesse contexto, como prática capaz de aproximar conhecimento, território e participação social, ampliando possibilidades de acesso ao ensino superior e reconhecendo os sujeitos como protagonistas de seus próprios processos formativos.
Parte significativa desta edição dedica-se ainda à relação entre universidade e escola, especialmente por meio das experiências desenvolvidas no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. Os estudos envolvendo o ensino de História, a formação de professores de Língua Portuguesa e a utilização de metodologias ativas revelam a potência dessa aproximação. Ao inserir licenciandos no cotidiano da educação básica e promover experiências de investigação e intervenção pedagógica, o programa contribui para superar uma histórica dissociação entre formação acadêmica e realidade escolar.
Essa discussão ganha outra perspectiva no trabalho dedicado aos multiletramentos, às tecnologias digitais e ao protagonismo discente no ensino de gêneros jornalísticos. Em um ambiente social marcado pela circulação acelerada de informações e pela multiplicidade de linguagens, educar pressupõe formar sujeitos capazes não apenas de consumir conteúdos, mas de interpretá-los criticamente, produzir sentidos e posicionar-se de maneira responsável diante das diferentes formas de comunicação.
A formação, portanto, emerge nesta edição como processo que não se encerra na transmissão do conhecimento. Ela envolve permanência, participação, autonomia, leitura crítica da realidade e capacidade de intervenção.
Essa mesma perspectiva de cuidado integral e compreensão do sujeito encontra expressão nos estudos voltados à saúde e à funcionalidade humana.
O artigo “Presbifagia e Fonoaudiologia: alterações fisiológicas e complicações associadas: uma revisão integrativa” insere na edição uma discussão de especial relevância diante das transformações demográficas contemporâneas. O envelhecimento populacional amplia a necessidade de compreender alterações fisiológicas que podem repercutir diretamente sobre autonomia, alimentação, segurança e qualidade de vida da pessoa idosa. Ao sistematizar conhecimentos relacionados à presbifagia, o estudo evidencia a importância da atuação fonoaudiológica no reconhecimento dessas alterações e na construção de estratégias de prevenção, avaliação e acompanhamento.
A temática do cuidado também está presente no artigo “Revisão narrativa de literatura sobre anquiloglossia e suas perspectivas clínicas”, que aborda uma condição cujas repercussões podem alcançar diferentes aspectos da funcionalidade oral. A análise das perspectivas clínicas relacionadas à anquiloglossia contribui para qualificar um debate que demanda atenção às interfaces entre avaliação anatômica, manifestação funcional e tomada de decisão clínica.
Ainda que abordem condições distintas e diferentes momentos do ciclo vital, os dois trabalhos compartilham uma compreensão fundamental: alterações relacionadas às funções humanas não devem ser analisadas exclusivamente por sua dimensão biológica. Alimentação, comunicação, autonomia, desenvolvimento e qualidade de vida constituem fenômenos interdependentes, exigindo abordagens que reconheçam o sujeito em sua integralidade.
Essa perspectiva encontra interessante correspondência nos estudos que compõem o eixo Arquitetura, Engenharia e Tecnologias, no qual o espaço construído é compreendido não apenas como objeto técnico ou estético, mas como elemento que participa diretamente das condições de existência, proteção, convivência e autonomia das pessoas.
A proposta da Casa Ponte – Habitação Assistida de Autonomia Progressiva revela uma arquitetura orientada pela construção de independência e pelo reconhecimento das diferentes necessidades humanas. O projeto demonstra como a organização espacial pode assumir função social ao contribuir para processos graduais de autonomia e integração.
Também orientado por demandas sociais concretas, o Centro de Atividades Integrado a um Abrigo para Enchentes estabelece uma aproximação entre planejamento urbano, arquitetura e capacidade de resposta aos eventos climáticos extremos. Em uma realidade na qual enchentes, deslizamentos e outros desastres ambientais afetam de maneira recorrente diferentes territórios brasileiros, pensar equipamentos capazes de articular proteção emergencial e utilização comunitária constitui importante exercício de resiliência urbana.
A relação entre ambiente, cuidado e envelhecimento aparece novamente na proposta do Centro de Pesquisa, Prevenção e Assistência a Idosos com Demência Alecrim de Aço. Nesse trabalho, a arquitetura aproxima-se diretamente das demandas assistenciais e demonstra como os espaços podem ser planejados a partir das necessidades específicas de seus usuários, articulando segurança, acolhimento, funcionalidade e qualidade de vida.
Por sua vez, os projetos do Parque Ecológico Santa Cecília – Núcleo Integrado de Ciência e Biodiversidade em Volta Redonda e do Parque Urbano de Barra do Piraí recolocam no centro da reflexão a relação entre cidade, natureza e cidadania. Parques urbanos e equipamentos ambientais assumem, nessa perspectiva, funções que ultrapassam o lazer: constituem espaços de educação ambiental, conservação, convivência, produção de conhecimento e fortalecimento do pertencimento ao território.
Os artigos reunidos na seção Tópicos Especiais Multidisciplinares acrescentam uma dimensão crítica indispensável à edição ao evidenciarem que compreender o presente implica também interrogar as estruturas históricas, políticas, jurídicas e sociais que o constituíram.
O trabalho dedicado à necropolítica e à responsabilidade do Estado diante da morte de crianças e adolescentes negros no Brasil confronta uma das faces mais graves das desigualdades sociais brasileiras e convoca a reflexão acadêmica sobre violência, cidadania, proteção estatal e os diferentes modos pelos quais determinadas populações permanecem mais expostas à vulnerabilidade e à morte.
A investigação histórica sobre o tráfico de escravizados e a elite cafeeira no Médio Vale do Paraíba, entre 1826 e 1850, recupera elementos essenciais para a compreensão da formação econômica e social de uma região cuja trajetória está profundamente associada à expansão cafeeira e ao trabalho escravizado. A pesquisa histórica, nesse sentido, ultrapassa a reconstrução do passado: ela oferece instrumentos para compreender permanências, desigualdades e relações de poder que continuam a produzir efeitos sobre o presente.
No campo jurídico, a discussão sobre direitos indisponíveis e flexibilidade normativa na Reforma Trabalhista e o estudo acerca da eficácia das políticas de cotas raciais no ensino superior situam o Direito como espaço permanente de tensão entre normas, interesses, proteção social e efetivação de direitos. São investigações que aproximam a produção jurídica dos grandes debates contemporâneos sobre igualdade, cidadania e justiça social.
O mundo do trabalho, por sua vez, é analisado a partir das perspectivas de profissionais de Recursos Humanos sobre treinamento e desenvolvimento de trabalhadores com 55 anos ou mais. Em uma sociedade marcada pelo aumento da longevidade e pela transformação das trajetórias profissionais, o estudo coloca em discussão o etarismo, a aprendizagem ao longo da vida e a necessidade de políticas organizacionais capazes de reconhecer e desenvolver competências em diferentes etapas da carreira.
Ao observarmos esta edição em seu conjunto, emerge uma característica particularmente expressiva: embora partam de objetos de pesquisa distintos, os trabalhos convergem para a análise das condições que favorecem ou limitam a participação dos indivíduos na sociedade.
Permanecer na escola e na universidade; formar professores capazes de dialogar com novos contextos; ampliar o acesso à educação; garantir direitos; enfrentar desigualdades históricas; valorizar trabalhadores em diferentes etapas da vida; compreender processos relacionados à saúde e ao envelhecimento; projetar ambientes mais seguros, inclusivos e sustentáveis. Cada uma dessas questões, à sua maneira, remete à construção de condições para uma existência social mais digna, autônoma e participativa.
É nesse ponto que a interdisciplinaridade deixa de ser apenas característica editorial e passa a constituir uma posição diante do conhecimento.
A ciência contemporânea é chamada a estabelecer conexões. Entre universidade e escola. Entre saúde e qualidade de vida. Entre arquitetura e cuidado. Entre memória e território. Entre Direito e justiça social. Entre conhecimento científico e necessidades concretas da população.
A Revista Episteme Transversalis reafirma, com este volume, seu compromisso de constituir-se como espaço para essas aproximações.
Ao acolher pesquisas oriundas de diferentes campos do saber, etapas de formação e contextos institucionais, o periódico fortalece seu papel como ambiente de interlocução acadêmica e de circulação qualificada do conhecimento. Mais do que ampliar o número de publicações, interessa-nos contribuir para a formação de uma cultura científica sustentada pelo rigor metodológico, pela integridade acadêmica, pelo diálogo interdisciplinar e pela responsabilidade social.
Convidamos, portanto, nossos leitores a percorrerem os trabalhos que integram esta edição não apenas a partir das particularidades de cada área, mas também procurando reconhecer as conexões que se estabelecem entre eles. É justamente nesse encontro entre diferentes perspectivas que reside uma das mais fecundas possibilidades da ciência: ampliar nossa capacidade de compreender o mundo e, a partir dessa compreensão, produzir caminhos para transformá-lo.
Desejamos a todos uma excelente leitura.
Profª Dra. Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-Chefe -
Caderno Temático Especial - Programa de Iniciação Científica UGB
v. 17 (2026)Aprender a pesquisar, pesquisar para transformar: a iniciação científica na formação universitáriaA publicação do Caderno Temático Especial do Programa de Iniciação Científica do Centro Universitário Geraldo Di Biase – UGB constitui uma oportunidade de reconhecer uma dimensão fundamental da formação universitária: aprender a investigar.
Mais do que apresentar resultados de estudos desenvolvidos em diferentes áreas do conhecimento, esta edição materializa percursos formativos nos quais estudantes e professores se encontram em torno de perguntas, problemas, métodos e possibilidades de interpretação da realidade. A iniciação científica assume, nessa perspectiva, uma função que ultrapassa a produção de trabalhos acadêmicos. Ela constitui uma experiência de formação intelectual, metodológica e ética, capaz de modificar a relação do estudante com o conhecimento e com a própria universidade.
A pesquisa ensina a formular perguntas antes de procurar respostas. Exige delimitar problemas, confrontar evidências, reconhecer limites, selecionar métodos, interpretar resultados e comunicar aquilo que foi produzido de maneira responsável. Por essa razão, participar de um projeto de iniciação científica significa experimentar, ainda durante a graduação, elementos fundamentais do fazer científico.
Essa perspectiva encontra correspondência nos princípios que orientam institucionalmente os programas de iniciação científica do UGB. No edital do PIC MED 2026, por exemplo, a formação científica dos estudantes aparece articulada à integração entre ensino, pesquisa e extensão, ao fortalecimento de linhas de investigação e ao compromisso social da produção acadêmica. Embora direcionado especificamente ao Curso de Medicina, o documento expressa elementos importantes de uma concepção de pesquisa universitária que valoriza relevância científica, aplicabilidade e aproximação com as demandas da sociedade.
O próprio processo de construção dos projetos evidencia que a iniciação científica pressupõe rigor. A proposta institucional solicita definição de introdução, justificativa, objetivos, materiais e métodos, procedimentos, análise dos dados, cronograma e referências, estabelecendo uma arquitetura metodológica que conduz o estudante à compreensão de que a ciência se constrói por meio de processos sistemáticos e verificáveis.
Mas formar para a pesquisa não significa restringir o estudante às fronteiras da academia.
Ao contrário, uma das dimensões mais significativas da iniciação científica está em sua capacidade de aproximar o conhecimento das questões que atravessam os territórios, as instituições e a vida cotidiana. A própria concepção institucional valoriza a relevância social e científica dos projetos e a possibilidade de transferência de resultados para a sociedade como critérios de qualidade da pesquisa.
Os trabalhos reunidos neste Caderno demonstram precisamente essa diversidade de olhares e possibilidades.
O artigo “A relação criança e linguagem a partir da apropriação de ditados populares” situa a investigação no encontro entre linguagem, cultura e desenvolvimento. Ao observar a maneira pela qual crianças se relacionam com expressões transmitidas socialmente, o estudo evidencia que a linguagem não constitui apenas instrumento de comunicação, mas também espaço de construção de significados, interpretação e pertencimento cultural.
A investigação científica, nesse caso, aproxima-se de um fenômeno presente na experiência cotidiana e revela uma das características mais importantes da pesquisa: transformar aquilo que parece comum em objeto de reflexão sistemática. É exatamente nesse movimento que se desenvolve o olhar investigativo. O pesquisador aprende a estranhar o aparentemente familiar, a formular perguntas sobre práticas naturalizadas e a buscar instrumentos teóricos capazes de compreendê-las.
Essa relação entre conhecimento, memória e sociedade assume outra configuração nos estudos dedicados à arquitetura e à preservação patrimonial.
O artigo “Acervos iconográficos de arquitetura: preservação e difusão de documentos sobre as fazendas do Vale do Paraíba Fluminense” chama atenção para a importância dos documentos arquitetônicos enquanto registros da memória histórica e material de uma região. Preservar esses acervos significa preservar informações sobre modos de ocupação territorial, organização econômica, formas construtivas e relações sociais que participaram da constituição histórica do Vale do Paraíba Fluminense.
O conhecimento produzido pela universidade assume, nesse contexto, também uma função de salvaguarda.
Documentar, organizar, interpretar e difundir acervos transforma a pesquisa em instrumento de preservação cultural e de democratização do acesso à memória. A iniciação científica permite, assim, que estudantes compreendam que investigar o passado não significa permanecer nele, mas criar condições para que diferentes gerações possam interpretar criticamente os processos que constituíram seus territórios.
Essa perspectiva se amplia no trabalho “Estratégias e diretrizes para construção conceitual e material do Centro de Memória Urbana de Volta Redonda”. A cidade torna-se objeto e, simultaneamente, espaço de investigação.
Pensar um centro de memória urbana significa reconhecer que os territórios não são constituídos somente por edificações, vias e equipamentos. As cidades são também formadas pelas experiências das pessoas que nelas vivem, pelas transformações econômicas que atravessaram sua história, pelos conflitos, pelas formas de trabalho, pelas práticas culturais e pelas múltiplas narrativas construídas em torno de seus espaços.
Ao incorporar essas dimensões, a pesquisa universitária aproxima-se da memória coletiva e contribui para fortalecer vínculos de pertencimento entre conhecimento acadêmico, cidade e comunidade.
Em outra direção temática, mas igualmente comprometido com problemas de grande complexidade, o artigo “O Estado moderno e a flexibilização da soberania: análise crítica da governança global e da Responsibility to Protect (R2P) como instrumento consubstanciador para a revisão de conceitos” introduz neste Caderno questões relacionadas às transformações políticas e jurídicas que acompanham as relações internacionais contemporâneas.
Ao problematizar conceitos tradicionalmente estruturantes do Estado moderno, o estudo evidencia outra dimensão essencial da formação científica: a capacidade de trabalhar criticamente com conceitos.
A iniciação científica não forma apenas pesquisadores capazes de coletar dados. Forma sujeitos intelectualmente preparados para examinar pressupostos, confrontar interpretações e compreender que determinadas categorias teóricas também precisam ser revisitadas diante das transformações históricas e sociais.
Essa disposição para questionar, experimentar e produzir novas possibilidades encontra expressão particularmente concreta no artigo “Protótipo de movimentação da mão do braço robótico com controle via Wi-Fi e MediaPipe”.
Aqui, a iniciação científica aproxima-se diretamente da iniciação tecnológica.
A construção de um protótipo demonstra como conhecimentos provenientes de diferentes campos podem convergir para a produção de uma solução técnica. Programação, automação, comunicação sem fio e reconhecimento de movimentos articulam-se em torno de uma experiência na qual a pesquisa ganha materialidade.
Esse tipo de produção está alinhado a uma perspectiva institucional que estimula projetos capazes de gerar protótipos, ferramentas, aplicativos, metodologias, processos inovadores e soluções tecnológicas ou sociais, transformando conhecimento científico em resultados com potencial de aplicação.
A importância dessa concepção reside justamente em demonstrar ao estudante que ciência e inovação não constituem processos separados. Muitas vezes, uma investigação começa com uma pergunta e termina com uma nova ferramenta, uma metodologia, um modelo, uma intervenção ou uma solução que pode ser utilizada em outros contextos.
O trabalho “Avanços em segurança alimentar e nutricional em dois municípios do Sul Fluminense: neófitos x veteranos” aproxima a produção científica de outra dimensão essencial à universidade: a leitura crítica das políticas, práticas e condições sociais presentes no território.
A segurança alimentar e nutricional envolve múltiplos determinantes e demanda análises que articulem gestão, políticas públicas, condições sociais e capacidade institucional. Ao direcionar a investigação para municípios do Sul Fluminense, o estudo reafirma uma característica particularmente relevante da pesquisa desenvolvida em instituições universitárias comprometidas com sua região: a possibilidade de produzir conhecimento a partir do território e, simultaneamente, para ele.
A pesquisa regional possui importância científica justamente porque permite compreender realidades específicas sem perder de vista questões mais amplas. Produzir dados, identificar diferenças, reconhecer avanços e analisar limitações contribui para qualificar decisões e para aproximar a universidade das políticas públicas e das demandas concretas da população.
O artigo “Vozes do cárcere: histórias de mulheres encarceradas” encerra o conjunto de trabalhos desta edição colocando a investigação diante de experiências humanas frequentemente invisibilizadas.
Ao trazer histórias de mulheres privadas de liberdade para o campo da pesquisa, o trabalho amplia a compreensão da própria função social do conhecimento científico. Investigar também significa tornar visíveis sujeitos, experiências e narrativas que nem sempre encontram espaço nos registros institucionais ou nos discursos predominantes.
A escuta, nesse contexto, adquire significado metodológico e ético.
Pesquisar trajetórias de mulheres encarceradas exige reconhecer a complexidade das experiências individuais e das estruturas sociais que atravessam essas trajetórias. A produção científica pode, assim, contribuir para superar leituras simplificadoras e construir compreensões mais qualificadas sobre vulnerabilidade, justiça, gênero, exclusão e direitos.
Quando observados em conjunto, os artigos deste Caderno revelam algo particularmente significativo sobre a iniciação científica no ambiente universitário.
Eles são distintos em seus objetos, referenciais e métodos. Investigam linguagem infantil, patrimônio arquitetônico, memória urbana, soberania, tecnologia, segurança alimentar e experiências de mulheres em situação de encarceramento.
É justamente essa diversidade que confere identidade à publicação.
A transversalidade não significa ausência de especialização. Significa reconhecer que a universidade é constituída por diferentes campos de conhecimento e que todos podem contribuir para compreender dimensões específicas de uma realidade que permanece integrada.
A ciência se desenvolve quando há espaço para perguntas diferentes.
Algumas nascem de uma observação sobre como uma criança interpreta um ditado popular. Outras surgem diante de documentos arquitetônicos que precisam ser preservados. Há perguntas sobre a memória de uma cidade, sobre os limites da soberania estatal, sobre a possibilidade de controlar um braço robótico por meio de reconhecimento de movimentos, sobre políticas de segurança alimentar ou sobre experiências de mulheres privadas de liberdade.
Todas, entretanto, compartilham o mesmo gesto inicial: transformar uma inquietação em problema de pesquisa.
A iniciação científica ocupa justamente o espaço entre essa primeira inquietação e a construção sistemática do conhecimento.
Nesse percurso, a orientação docente possui papel fundamental. Cabe ao professor não apenas apresentar métodos e acompanhar cronogramas, mas introduzir o estudante em uma cultura científica fundada no rigor, na ética, na responsabilidade e na autonomia intelectual progressiva. O próprio Programa atribui ao orientador responsabilidades de acompanhamento sistemático, formação dos estudantes, apresentação dos resultados em eventos científicos e produção de artigo ao término do projeto.
Isso demonstra que um projeto de iniciação científica não se encerra na execução de suas atividades.
Pesquisar implica também comunicar.
Apresentar resultados em jornadas científicas, produzir artigos, compartilhar descobertas, reconhecer limitações e permitir que outros pesquisadores tenham acesso ao conhecimento produzido são partes integrantes da atividade científica.
É nesse movimento que este Caderno Temático Especial adquire significado particular.
Ele não é somente um espaço de publicação. É também uma etapa do processo formativo iniciado nos projetos de pesquisa.
Ao transformar investigações desenvolvidas no âmbito da graduação em artigos científicos acessíveis à comunidade acadêmica, a Revista Episteme Transversalis contribui para completar um importante ciclo da formação científica: perguntar, investigar, analisar, escrever, publicar e compartilhar.
Para os estudantes, publicar representa reconhecer que o conhecimento produzido durante a graduação pode ultrapassar a sala de aula e integrar o debate científico.
Para os professores orientadores, representa a continuidade de uma responsabilidade formativa que associa ensino e produção intelectual.
Para a instituição, representa a consolidação de uma cultura acadêmica na qual pesquisa não é atividade periférica, mas dimensão constitutiva da formação universitária.
E para a sociedade, representa a possibilidade de acessar conhecimentos produzidos a partir de temas que atravessam a cultura, a tecnologia, as políticas públicas, a memória, os direitos e os territórios.
É esse percurso que desejamos valorizar com a publicação deste número.
Mais importante do que formar estudantes que conheçam respostas é contribuir para formar profissionais capazes de formular boas perguntas, avaliar evidências, reconhecer a complexidade dos problemas e produzir conhecimento com responsabilidade.
A iniciação científica oferece uma das experiências mais fecundas para que essa formação aconteça.
Ao publicarmos os trabalhos deste Caderno Temático Especial, celebramos, portanto, não somente os resultados alcançados, mas o processo que os tornou possíveis: a aproximação entre professores e estudantes, a construção de perguntas de pesquisa, o enfrentamento das dificuldades inerentes à investigação e a transformação dessas experiências em produção científica.
Que os artigos aqui reunidos sejam compreendidos também como convite.
Convite a outros estudantes para que se aproximem da pesquisa.
Convite aos docentes para que continuem formando novas gerações de pesquisadores.
Convite à comunidade acadêmica para que reconheça na iniciação científica uma dimensão essencial da universidade.
E convite para que o conhecimento produzido dentro de nossos espaços acadêmicos continue atravessando seus limites, dialogando com os territórios, respondendo a problemas relevantes e contribuindo para a construção de novas possibilidades.
Desejamos a todos uma excelente leitura.
Profª Dra. Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-Chefe -
Convergências Científicas: Saúde, Educação e Tecnologias em Perspectiva
v. 17 n. 1 (2026)A presente edição reafirma o caráter interdisciplinar da Episteme Transversalis, articulando três grandes eixos temáticos: Saúde e Meio Ambiente, Educação e Sociedade e Arquitetura, Engenharia e Tecnologias.
No campo da Saúde, os artigos abordam temas de elevada complexidade e relevância, como o uso de células-tronco na regeneração celular, as alternativas à transfusão sanguínea em contextos éticos específicos, e a investigação de biomarcadores moleculares em doenças autoimunes e oncológicas. Trata-se de produções que dialogam diretamente com os avanços da medicina contemporânea e suas interfaces éticas, clínicas e tecnológicas.
No eixo Educação e Sociedade, destacam-se reflexões sobre a formação cidadã na perspectiva freireana, análises das políticas curriculares nacionais e discussões sobre educação inclusiva, especialmente no ensino de matemática para estudantes com Transtorno do Espectro Autista. Os trabalhos evidenciam a centralidade da educação como instrumento de transformação social e enfrentamento das desigualdades.
Já na área de Arquitetura, Engenharia e Tecnologias, a edição apresenta estudos que demonstram o avanço das soluções técnicas e digitais, incluindo modelagens via método de elementos finitos, aplicações de manufatura aditiva, impressão 3D com enfoque sustentável, além de investigações sobre inteligência artificial, experiência do usuário (UX) e sua interface com comportamento humano e estratégias comerciais.
Esse conjunto evidencia uma característica central desta edição: a convergência entre ciência aplicada, inovação tecnológica e impacto social.
A Revista Episteme Transversalis segue ampliando seus horizontes, fortalecendo seus processos editoriais e consolidando seu papel como espaço de difusão científica interdisciplinar. Mais do que publicar artigos, a revista reafirma seu compromisso com a produção de conhecimento relevante, rigoroso e socialmente comprometido.
Convidamos pesquisadores, docentes e discentes a conhecerem esta edição, explorarem o novo portal e submeterem suas produções. O fortalecimento da ciência passa, necessariamente, pela ampliação de espaços qualificados de publicação — e este é o movimento que seguimos construindo.
Profa. Dra. Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-Chefe
Revista Episteme Transversalis -
Entre ambiente, educação e espaço urbano: transversalidades para pensar o desenvolvimento humano
v. 16 n. 3 (2025)Editorial
A terceira edição de 2025 da Revista Episteme Transversalis reafirma o compromisso do periódico com a produção científica interdisciplinar, socialmente referenciada e alinhada aos desafios contemporâneos que atravessam as áreas da saúde, da educação, do meio ambiente e das tecnologias aplicadas ao território.Este número reúne estudos que dialogam diretamente com questões emergentes da sociedade brasileira, articulando saberes que transitam entre a promoção da saúde, a educação inclusiva, a sustentabilidade ambiental, a memória coletiva e o planejamento de espaços urbanos mais justos, acessíveis e humanizados.
No eixo Saúde e Meio Ambiente, os artigos abordam a horta escolar como ferramenta de educação ambiental, a gestão sustentável das praias e orlas costeiras e a relação entre TDAH e procrastinação, ampliando o debate sobre práticas educativas, saúde mental, políticas ambientais e estratégias de intervenção. São trabalhos que evidenciam a necessidade de integrar ciência, escola e políticas públicas na construção de uma cultura de cuidado, prevenção e responsabilidade socioambiental.
O eixo Educação e Sociedade aprofunda discussões fundamentais para o campo educacional contemporâneo, como a inclusão na Base Nacional Comum Curricular e as práticas pedagógicas em territórios quilombolas. As pesquisas reunidas tensionam modelos tradicionais de ensino e reforçam a centralidade da diversidade, da equidade e do reconhecimento dos territórios e identidades como elementos estruturantes dos processos educativos.
Já o eixo Arquitetura, Engenharia e Tecnologias amplia o escopo interdisciplinar da revista ao apresentar estudos e propostas projetuais voltadas à memória urbana, à justiça ambiental, à requalificação patrimonial e ao bem-estar regional. Os trabalhos sobre o Parque da Pedreira, patrimônio moderno, SESC Volta Redonda e o Clube Palmares demonstram como o projeto arquitetônico e urbanístico pode atuar como instrumento de desenvolvimento social, valorização cultural, inclusão territorial e reconstrução simbólica dos espaços.
Conjuntamente, os artigos desta edição evidenciam uma ciência comprometida com a realidade, com o território e com as múltiplas dimensões do desenvolvimento humano. A Episteme Transversalis segue, assim, consolidando-se como um espaço de circulação de pesquisas que ultrapassam fronteiras disciplinares e fortalecem a articulação entre universidade, sociedade e políticas públicas.
Convidamos os leitores a explorarem esta edição, a dialogarem com os estudos apresentados e a integrarem-se à comunidade científica da revista por meio da submissão de novos trabalhos. Mantemos o fluxo contínuo de recebimento de manuscritos e o compromisso permanente com a qualificação editorial, a ampliação das indexações e o fortalecimento da produção científica institucional e interinstitucional.
Seguimos empenhados em promover um periódico que seja, ao mesmo tempo, rigoroso, plural, conectado ao território e atento às transformações científicas, sociais e ambientais do nosso tempo.
Profª Dra. Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-Chefe -
Conexões Necessárias: Meio Ambiente, Saúde Pública e Sociedade
v. 16 n. 2 (2025)Editorial – Revista Episteme Transversalis
Volume 16, Número 2 | 2025
Uma nova etapa na trajetória editorial da Episteme Transversalis: ampliação, reconhecimento e conexão com a ciência
É com entusiasmo e senso de responsabilidade acadêmica que apresentamos a edição V.16, n.2 da Revista Episteme Transversalis. Este número marca o início de uma nova etapa em nossa jornada editorial, agora hospedada em um novo portal institucional de periódicos científicos do Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB) — um avanço que não apenas fortalece a visibilidade da revista, mas insere sua produção no contexto mais amplo de profissionalização e expansão científica da nossa instituição.
A nova plataforma consolida os esforços do UGB em fortalecer a cultura editorial, garantindo maior segurança, estabilidade e visibilidade aos nossos periódicos. Também reforça nosso compromisso com os princípios de acesso aberto, circulação do conhecimento e integridade científica, permitindo que autores, pareceristas, leitores e instituições parceiras possam acompanhar e interagir com as edições da Episteme de forma mais fluida, ética e transparente.
Nos próximos meses, avançaremos ainda mais: a revista passará a contar com seu prefixo DOI (Digital Object Identifier) — identificador internacional que assegura a rastreabilidade, a preservação digital e o reconhecimento dos artigos como produtos científicos de referência, mesmo diante de eventuais mudanças de endereço eletrônico. Isso abrirá portas para novas indexações, certificações e parcerias nacionais e internacionais.
Um ecossistema editorial integrando saberes: Episteme Transversalis, Cadernos do Simpósio Docente e JORNIC
O novo portal também integra os periódicos institucionais do UGB, fortalecendo uma proposta editorial mais abrangente e conectada à realidade universitária. A partir de agora, o leitor poderá navegar com facilidade pelos Cadernos do Simpósio Docente, que reúnem práticas e relatos pedagógicos desenvolvidos nos diversos cursos da instituição, e pela Revista JORNIC, que sistematiza a produção científica dos estudantes de graduação vinculada à Iniciação Científica. Ambos os espaços reafirmam a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, pilares da formação universitária crítica e transformadora.
Edição V.16, n.2: conhecimento plural, acessível e necessário
Esta edição reúne artigos de grande densidade teórica e relevância social, organizados em dois grandes eixos: "Saúde e Meio Ambiente" e "Educação e Sociedade". As reflexões apresentadas envolvem temas como:
- As políticas públicas ambientais e de preservação costeira;
- O papel da educação ambiental e do ecoturismo no enfrentamento da crise climática;
- Questões de saúde coletiva como tuberculose, infecções por Clostridioides difficile, e vacinas contra a COVID-19;
- Desigualdades de acesso à educação pública;
- Investigações sobre transtornos dissociativos, cognição e aprendizagem;
- Estudos de memória histórica regional sobre a ditadura militar, migrações operárias e resistência política no Sul Fluminense.Trata-se de uma edição diversa, de forte caráter interdisciplinar, que dialoga com os desafios contemporâneos da sociedade brasileira — e que se alinha à missão da Episteme Transversalis: promover a circulação de ideias e o intercâmbio de saberes entre diferentes áreas do conhecimento, com rigor metodológico e compromisso ético.
Convidamos todos os leitores a explorarem esta nova edição da Episteme Transversalis, a navegarem pelo novo portal, a conhecerem nossos periódicos parceiros e, acima de tudo, a submeterem seus artigos científicos para os próximos volumes. A revista adota fluxo contínuo de recebimento de manuscritos e segue empenhada em aprimorar seus processos editoriais, ampliando sua rede de pareceristas e seu alcance nacional e internacional.
Seguimos com o mesmo cuidado que nos trouxe até aqui — mas com ferramentas mais robustas, horizontes mais amplos e o firme propósito de sermos um espaço de excelência na divulgação científica interdisciplinar.Profª Dra. Elisa Ferreira Silva de Alcântara
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Revista Episteme Transversalis -
Conexões Plurais e Horizontes Compartilhados
v. 16 n. 1 (2025)
Conexões Plurais e Horizontes CompartilhadosIniciamos o décimo sexto ano da Revista Episteme Transversalis reafirmando o compromisso com uma ciência transversal, ética e engajada. Esta edição, marcada pela pluralidade temática, representa uma continuidade e ao mesmo tempo uma expansão dos horizontes que a revista vem trilhando ao longo de seus 15 anos de trajetória.
Diferentemente de números anteriores com seções temáticas destacadas, este volume não se organiza em um caderno específico. Isso porque todas as contribuições reunidas nesta edição são, cada qual em sua área, merecedoras de reconhecimento e protagonismo. A variedade de abordagens aqui presente reflete o espírito epistêmico da revista: fomentar o diálogo entre campos distintos do saber, criando pontes entre práticas, pesquisas e políticas públicas.
Na área de Arquitetura e Urbanismo, os artigos da Plataforma Memória Viva VR lançam luz sobre a história urbana e os processos de construção simbólica da cidade de Volta Redonda. Os trabalhos A Vila Operária Santa Cecília, Ensaios da Memória e Pesquisadores da Memória demonstram o poder dos registros arquitetônicos e narrativos na preservação de memórias coletivas, conectando território, cultura e cidadania.
O eixo de Saúde e Psicologia agrega importantes contribuições, como os estudos sobre Lúpus Eritematoso Sistêmico na gestação, a escuta clínica de pacientes com câncer em O que pode um corpo?, e os desafios psicossociais na vivência de dores crônicas. Tais trabalhos colocam em evidência a complexidade do cuidado em saúde e sua necessária articulação com abordagens humanizadas, interdisciplinares e acolhedoras.
Na seara da Educação e das Políticas Públicas, os artigos destacam experiências que envolvem desde a Educação Ambiental na infância até a inserção de comunidades quilombolas no Ensino Superior. Também ganham espaço debates sobre o papel das políticas de fomento à qualificação técnica e superior no município de Presidente Kennedy, incluindo reflexões críticas sobre a aderência de tais programas aos planejamentos estratégicos locais.
Adiciona-se a esse debate o relevante artigo sobre o empreendedorismo feminino em Presidente Kennedy/ES, que oferece um panorama detalhado das trajetórias, desafios e políticas públicas voltadas ao protagonismo econômico das mulheres. Em paralelo, o artigo que discute a Reforma Trabalhista de 2017 e o papel das tecnologias na reorganização do trabalho no Brasil apresenta dados e análises que iluminam as ambivalências do mundo laboral contemporâneo, entre avanços digitais e novas formas de desigualdade.
Este conjunto robusto e diverso de artigos reitera que a produção científica precisa estar atenta aos movimentos da sociedade e aos sujeitos que a constroem. A Revista Episteme Transversalis permanece fiel ao seu propósito de ser um espaço para o intercâmbio de saberes múltiplos, respeitando as especificidades metodológicas e epistemológicas de cada campo, mas sempre incentivando sua interlocução.
Convidamos nossos leitores a explorar esta edição com a atenção e o espírito investigativo que ela merece. Que cada leitura seja uma oportunidade de reflexão, aprofundamento e inspiração para novas pesquisas e ações transformadoras.
Profª Drª Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-chefe
Revista Episteme Transversalis -
Arquitetura e Engenharias: Transformações Espaciais e Horizontes Interdisciplinares"
v. 15 n. 3 (2024)Revista Episteme Transversalis: 15 Anos de Conexões Científicas e Horizontes Expandidos
Neste encerramento do ciclo de 15 anos da Revista Episteme Transversalis, celebramos um marco significativo em nossa trajetória acadêmica. Este volume especial (V.15, n.3) é dedicado às contribuições de Arquitetura e Engenharias, destacando um conjunto de trabalhos que ilustram o compromisso da revista com a qualidade e a relevância científica. Estes artigos, frutos de pesquisa e inovação, refletem a diversidade e a riqueza das abordagens que transformam ideias em soluções tangíveis para a sociedade.
Os textos aqui apresentados destacam projetos que revitalizam espaços urbanos, preservam memórias culturais, promovem sustentabilidade e integram as dimensões humanas ao ambiente construído. Cada contribuição reflete o potencial da Arquitetura e Engenharias em conectar disciplinas e reconfigurar espaços para o benefício das comunidades.
Além disso, a seção especial deste volume reforça nosso compromisso com a interdisciplinaridade, apresentando também estudos das áreas de Direito, Educação e Psicologia. Essas colaborações enriquecem nossa base acadêmica e ampliam o impacto da Episteme Transversalis no cenário científico.
Olhando para 2025, nossa visão é expandir as ações da revista para novos espaços acadêmicos e fortalecer os processos de difusão científica por meio de iniciativas exógenas. Buscamos consolidar a revista como uma plataforma ainda mais acessível, promovendo a troca de conhecimentos e a colaboração entre pesquisadores de diferentes áreas.
Convidamos nossos leitores e autores a explorar esta edição, que une rigor metodológico e criatividade. Continuaremos a valorizar cada trabalho submetido, guiando-o por processos avaliativos éticos e cuidadosos, para que a Episteme Transversalis seja sempre uma fonte confiável e inspiradora de consultas científicas.
Profª Drª Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-chefe
Revista Episteme Transversalis -
Direito em Pauta: diálogos entre a Academia e prática jurídica
v. 15 n. 2 (2024)Com imensa satisfação, apresentamos a segunda edição do décimo quinto ano da Revista Episteme Transversalis.
Nesta ocasião especial, celebramos não apenas a continuidade de nossa missão em promover o diálogo interdisciplinar, mas também valorizar o trabalho primoroso da seção "Em Pauta", fruto da colaboração com discentes e docentes do Curso de Direito do Centro Universitário Geraldo di Biase.
Um curso de tradição consolidada, que desde sua abertura formou centenas de bacharéis que hoje atuam no mercado de trabalho, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.A coletânea de temas relacionados aos saberes do Direito, presente nesta edição, evidencia a vastidão e a importância dessa área do conhecimento, que permeia todas as relações humanas.
E em um mundo marcado por diferentes visões, constantes mudanças e desafios complexos, o Direito se apresenta como uma ciência dinâmica, em constante mutação, buscando sempre a essência da justiça e a defesa dos interesses dos mais variados grupos.
Compreender o Direito e seus aspectos legais é fundamental para organizar, normalizar e harmonizar as relações sociais.
Hans Kelsen disse que [...] o Direito é uma ordem normativa da conduta humana, um conjunto de normas que regulam o comportamento das pessoas em sociedade."Que esta edição da Episteme Transversalis inspire a reflexão e o debate sobre o papel do Direito na construção de um mundo mais justo e solidário.
Desejamos a todos uma excelente leitura
Boa leitura!Profa. Dra. Elisa Ferreira Silva de Alcântara.
Pro-Reitora de Assuntos Acadêmicos
Editora-chefe
Revista Episteme Transversalis -
Caderno Temático - XII Reunião de Trabalho sobre Ciências Planetárias (XII Taller de Ciencias Planetarias)
v. 15 (2024)As Reuniões de Trabalho sobre Ciências Planetárias têm como objetivo fundamental reunir
os pesquisadores sulamericanos que trabalham em aspectos teóricos, computacionais e observacionais
dos diferentes objetos que compõem os sistemas planetários. São promovidas
discussões acerca do estudo das propriedades físicas, químicas, da evolução orbital e dos
processos de formação de planetas e corpos menores como cometas, asteroides e meteoros,
tanto no Sistema Solar como em sistemas extrassolares. As Reuniões incentivam também
a participação de alunos de graduação e pós-graduação, impulsionando a colaboração científica
e acadêmica entre os diversos grupos de ciências planetárias da região. Visando um
alcance que atinja não apenas à comunidade científica, são também oferecidas palestras para
o público em geral sobre os mais atuais e relevantes temas associados às ciências planetárias. -
Desvendando linguagens, desbravando Universos: uma jornada Literária e Linguística
v. 15 n. 1 (2024)Iniciamos nossa edição comemorando: em 2024 a Revista Episteme Transversalis completa 15 anos.
Ao rever todo o trajeto e desafios atravessados por nossa equipe, sinto uma profunda gratidão e orgulho por fazer parte desta trajetória.
Ao longo dos anos, testemunhamos a evolução e o amadurecimento deste periódico, que se consolidou como um espaço de excelência para a difusão da produção acadêmica do Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB) e para além muros, abre as portas do UGB para toda comunidade acadêmica, com mais recursos e atendendo a padrões de qualidade e métricas que aos poucos vão moldando nosso periódico.
Aliás, a busca pela qualidade sempre foi uma constante em nosso trabalho. Enfrentamos desafios, superamos obstáculos e nos reinventamos continuamente para garantir que a Episteme Transversalis se mantivesse relevante e atualizada. Hoje, celebramos não apenas a longevidade da revista, mas também o reconhecimento de sua importância para a comunidade acadêmica.
Nesta edição especial, homenageamos o curso de Letras do UGB, um dos mais tradicionais de nossa instituição. Ao longo de sua história, o curso formou inúmeros profissionais que contribuíram para o desenvolvimento da educação e da cultura em nossa região, no Estado e no País. A presença de seus docentes e discentes nesta edição é um testemunho da qualidade e da relevância do trabalho realizado pelo curso.
Acreditamos que a abertura da revista para pesquisadores de outras instituições e programas de pós-graduação é um passo essencial para a consolidação da Episteme Transversalis como um periódico de referência nacional. E isso vem agregado a novas propostas, tal como a organização de cadernos temáticos, onde além de ampliarmos nosso escopo, amplia os saberes de nossos leitores e fortalecemos o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e contribuímos para o avanço da ciência e da pesquisa.
Sabemos que o processo editorial é árduo e exige dedicação, comprometimento e paixão.
Dessa forma registro meus agradecimentos a todos os membros da equipe editorial, aos pareceristas e, especialmente, aos autores que confiam em nosso trabalho e nos permitem compartilhar suas pesquisas com o mundo.
Que os esforços empreendidos ao longo desses 15 anos se reflitam em resultados cada vez mais expressivos e que a Revista Episteme Transversalis continue a ser um espaço de excelência para a produção científica, contribuindo para o desenvolvimento da educação e da cultura em nosso país.
Cordiais saudações e a todos boa leitura!
Profª. Dra. Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-Chefe
Revista Episteme Transversalis
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História sob novos olhares: perspectivas e expectativas
v. 14 n. 3 (2023)Prezados leitores e membros da comunidade acadêmica,
Chegamos ao final de mais um ano. Novos horizontes, novas perspectivas hão de se apresentar neste novo ano que se aproxima.
Mas temos muito o que comemorar no âmbito de nossas produções e das ações de nossa equipe.
Alguns feitos merecem destaque:
- Nos filiamos à ABEC - Associação Brasileira de Editores Científicos, uma associação que congrega os melhores periódicos do país, além de grandes expoentes no cenário Editorial quando o assunto versa sobre Revistas Científicas;
- Buscamos novas indexações;
- Trouxemos mais autores para publicar em nossa revista;
- Fomentamos nosso principal veículo de comunicação acadêmica de forma mais extensiva.
- Apresentamos um novo modelo de apresentação visual dos artigos, mais moderno e alinhado com as demandas de bases indexadoras.
Foram grandes feitos que terão reflexos em ações mais adiante, em uma seara mais farta e com maior contribuição e envolvimento de toda nossa comunidade acadêmica.
Como vocês puderam perceber, nossa Revista vem dando ênfase às produções de nossos docentes e discentes, além de ampliar o fomento externo ao UGB para que mais pessoas possam trazer e agregar seus trabalhos ao nosso periódico. E a seção "em pauta" traz esses artigos com destaque em nossas edições.
Nessa edição, e em especial na seção "em pauta", temos a preciosa participação do Curso de História do UGB, que dá nome a nossa edição, "História sob novos olhares: perspectivas e expectativas", brindando com textos inéditos ou ampliados de um dos cursos mais tradicionais de nossa instituição.
Temos muito a apropriar da história para nossos estudos e para ações externas ao espaço acadêmico.
Reforço aqui o pensamento de Emília Viotti da Costa, professora e historiadora que diz que "Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado".
Dessa forma, convido a todos a desfrutarem da leitura dos artigos que constam nessa pauta especial, além de outras contribuições dos Cursos de Nutrição, Direito e Psicologia, em nossas outras seções temáticas, que fazem o desenho desta nova edição.
Em nome do UGB e toda equipe Editorial, agradecemos o envolvimento e participação de cada autor que contribuiu para que nossas edições de 2023 se tornassem um sucesso.
Em 2024, viremos com muito mais novidades.
Com alegria e satisfação, desejo a todos um ano de 2024 de muito sucesso e novas produções científicas.
Prof. Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-Chefe
Revista Episteme Transversalis. -
Arquitetura em Revista
v. 14 n. 2 (2023)Prezados leitores e membros da comunidade acadêmica,
Nesta edição especial da Revista Episteme Transversalis, temos o privilégio de celebrar a contribuição significativa da arquitetura na redefinição da maneira como o homem ocupa e ocupará seus espaços no mundo. A arquitetura, como disciplina e prática, desempenha um papel crucial na modelagem dos ambientes em que vivemos, trabalhamos e interagimos. No cerne desse movimento, encontram-se os arquitetos, indivíduos visionários que lideram a vanguarda desses pensamentos.
Dentro desse contexto, é com grande admiração que destacamos os alunos do Curso de Arquitetura e Urbanismo do UGB. Eles trazem consigo ideais e perspectivas únicas que são alimentadas e moldadas por nossa excelência acadêmica e pelo estímulo proporcionado pelos nossos dedicados professores. Esses jovens arquitetos em formação carregam consigo olhares diferenciados, questionadores e ousados, que desafiam as convenções e abrem novos horizontes para a criação de espaços mais funcionais, esteticamente atraentes e socialmente responsáveis.
Nossos professores, com seu compromisso em cultivar a excelência acadêmica e estimular o pensamento criativo, têm sido fundamentais no desenvolvimento desses alunos. Eles encorajam a busca por voos maiores e incentivam os estudantes a explorar os limites do possível, a transcender os paradigmas existentes e a visualizar um futuro que se baseia na inovação e na harmonia entre o ambiente construído e as necessidades humanas.
Na Revista Episteme Transversalis, enxergamos nossa missão como sendo a de proporcionar um espaço para a expressão e disseminação dessas ideias revolucionárias. Ao apresentar os trabalhos e pesquisas desenvolvidos pelos alunos e professores do Curso de Arquitetura e Urbanismo do UGB, estamos possibilitando que suas visões alcancem um público mais amplo, inspirando outros a também repensarem a maneira como interagem com seus espaços.
Nossa revista está comprometida em ser um veículo para a divulgação dessas vozes emergentes e das perspectivas visionárias que estão moldando o campo da arquitetura e do urbanismo. Convidamos vocês a mergulharem nessas páginas, a explorarem as contribuições que oferecem soluções para desafios contemporâneos, a compreenderem como a arquitetura pode efetivamente transformar nossa relação com o ambiente construído e a vislumbrarem um futuro onde a inovação e a sensibilidade humana caminham lado a lado.
Além disso, é com grande entusiasmo que compartilhamos que esta edição vai além da seção especial dedicada à Arquitetura. Ela também conta com contribuições valiosas de outras áreas do conhecimento, organizadas nas seções de Educação e Sociedade, Saúde e Meio Ambiente, além da seção de Engenharias e Tecnologias. A diversidade e a amplitude dessas áreas refletem o compromisso da nossa revista em abraçar uma ampla gama de conhecimentos e perspectivas.
A todos os envolvidos nesta jornada de descoberta e transformação, expressamos nosso profundo agradecimento. Aos alunos, professores e todos os membros da comunidade acadêmica, nossa revista é um testemunho do poder da colaboração e do desejo incessante de avançar para um mundo melhor e mais harmonioso.
Com gratidão e entusiasmo,
Prof. Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Editora-Chefe
Revista Episteme Transversalis.
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Psicologia em Debate
v. 14 n. 1 (2023)As contribuições da Psicologia para nossa sociedade vêm gradativamente transpondo os espaços tradicionais conhecidos para a profissão e avançam a passos significativos em vários segmentos e nichos de atuação.
A revista Episteme Transversalis inicia o ano de 2023 com a edição “Psicologia em Debate” e celebra seu décimo quarto ano, reforçando o compromisso com a Comunidade Acadêmica, sejam discentes e docentes, cumprindo o papel primordial de um periódico científico: propagar a ciência e seus achados.Dessa forma, destacamos trabalhos acadêmicos que debatem questões sobre as atividades da Psicologia Organizacional e do Trabalho, Representações Sociais, dentre outras abordagens que privilegiam e reforçam o valor da profissão nos dias atuais.
Além da edição em destaque, as seções “Educação e Sociedade”, “Arquitetura, Engenharias e Tecnologias” completam o volume.Sigmund Freud, considerado pai da psicanálise, nos remete ao valor de nossos esforços. Diz ele: "Um dia, quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste."
Se vocês chegaram até aqui e seu artigo contempla nossa edição, sua luta valeu, vale e valerá sempre a pena.Mais lutas e mais alegrias a todos! Boa leitura!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis -
ENGENHARIAS: Pesquisas e Projetos
v. 13 n. 3 (2022)Engenhar é a capacidade inventiva, habilidade e talento que auxilia na resolução de problemas práticos. Diante disso, a engenharia surgiu como aplicação do conhecimento científico, econômico, social e prático, sendo relacionada a muitas disciplinas de exatas como matemática, física e química. O engenheiro se torna o elemento chave para aplicar seu conhecimento e estratagema por meio de máquinas, aparelhos, sistemas, materiais e processos com a finalidade de desenhar, construir, manter, melhorar estruturas ou até mesmo gerenciando processos na intenção de viabilizar um trabalho de excelência.
A revista Episteme Transversalis encerra o ano de 2022 com a edição “ENGENHARIAS: Pesquisas e Projetos” que integra o seu décimo terceiro volume, número 3, destacando trabalhos acadêmicos que visam criar soluções planejadas e viáveis por meio das engenharias, seja mecânica, civil ou de produção e também abre reflexões no ramo da bioengenharia e engenharia clínica.
Além da edição em destaque, as seções “Educação e Sociedade”, “Ciências Econômicas, Sociais e Políticas” e “Saúde e Meio Ambiente” completam o volume.
Desejamos uma boa leitura!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS EM PAUTA
v. 13 n. 2 (2022)O mundo que conhecemos é o resultado de constantes inovações tecnológicas. É curioso pensar que o primeiro equipamento móvel com diferentes funções foi criado em 1992 e que embora o termo “smartphone” ainda não existisse, o aparelho iria evoluir e ser uma potência da qual a sociedade não conseguiria abrir mão trinta anos depois. É como ter um minicomputador na palma da mão e isso abre reflexão a respeito do avanço tecnológico, pois novas ideias são desenvolvidas a cada dia, principalmente por meio do Sistema de Informações referente à área geral da Computação de forma ampla ou específica. Essa crescente área contempla a internet, banco de dados, negócios ou até mesmo comunicação e gestão.
A revista Episteme Transversalis avança em 2022 com mais uma edição “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS EM PAUTA” que integra o seu décimo terceiro volume, número 2, divulgando artigos de projetos inovadores dos estudantes de Sistema de Informação.
Além da edição em destaque, as seções “Educação e Sociedade” e “Ciências Econômicas, Sociais e Políticas” completam o volume com artigos que discutem linguagem, educação, e o serviço social em diversas áreas.
Estimamos uma ótima leitura a todos!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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RELATOS HISTÓRICOS: Estudos e Pesquisas Acadêmicas
v. 13 n. 1 (2022)A história é uma ciência que estuda e investiga os feitos humanitários ao longo dos séculos. A influência do meio, a evolução de ações, pensamentos e a análise de acontecimentos durante a linha do tempo são fatores que auxiliam na compreensão de como homens, mulheres, idosos, jovens ou crianças se comportam atualmente. Nessa perspectiva, os relatos e estudos históricos servem como instrumento de conscientização dos homens na construção de uma sociedade mais justa.
A revista Episteme Transversalis abre o ano de 2022 com a edição “RELATOS HISTÓRICOS: Estudos e Pesquisas Acadêmicas” que integra o seu décimo terceiro volume ressaltando a relevância histórica com artigos que tratam de diversas temáticas dentro da área e abrem reflexões e análises.
Além da edição em destaque, as seções “Ciências Econômicas, Sociais e Políticas” e “Saúde e Meio Ambiente” completam o volume com artigos que tratam de questões sociais envolvendo o direito, ciência e educação. Há também estudos pertinentes ao meio ambiente, à área das ciências biológicas e saúde mental.
Desejamos a todos uma ótima experiência!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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A LINGUAGEM ORAL, LEITURA E ESCRITA COMO DESAFIO EDUCACIONAL
v. 12 n. 3 (2021)A linguagem está presente em praticamente tudo e a língua é uma das diversas formas de compreendê-la. O campo das Letras se desdobra em estudos da língua, fala e escrita, sempre valorizando a leitura e o conhecimento. Entretanto, em um mundo cada vez mais conectado, com a necessidade de uma comunicação mais rápida, a língua se transforma e o quanto isso pode afetar a escrita da nova geração?
A Revista Episteme Transversalis traz em seu décimo segundo volume, a terceira e última edição do ano composta por trabalhos que discutem e analisam aquisição de línguas, a leitura, e escrita. As dificuldades que surgem nos anos inicias, o impacto na escrita formal por conta das redes sociais, reflexões sobre o estímulo da leitura e diversos outros assuntos pertinentes à área são assuntos levantados na seção de destaque.
Além desses há também artigos de diversas outras áreas que estimulam a pesquisa e o conhecimento, papel interdisciplinar de nossa revista!
Desejamos a todos uma boa Leitura!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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PESQUISAS E ANÁLISES BIOMÉDICAS
v. 12 n. 2 (2021)Nossa segunda edição de 2021, considerando o cenário atual da pandemia, permanece na pauta da saúde que tem sido uma grande preocupação de toda a sociedade. Entretanto, o foco agora é no campo crescente da Biomedicina. Diversos avanços científicos na área, foram possíveis graças aos pesquisadores que se dedicam diariamente às descobertas biomédicas.
O empenho, investigação, estudo e inovações científicas no campo da saúde, realizadas pelos profissionais atuantes nessa área tem salvado milhares de vidas. Pensando nisso, trouxemos artigos diversos que fomentam discussões sobre a saúde humana com foco em doenças, medicamentos, análises clínicas, bioquímicas, microbiológicas etc. A ideia é a compreensão das causas e efeitos dos fatores ambientais e epidemiológicos sobre a saúde coletiva, sempre trabalhando para uma informação de qualidade que possa desenvolver o conhecimento científico.
Além do tema em destaque, também apresentamos a seção “Educação e Sociedade” com artigos sobre linguagem, tradução, metodologias ativas etc. Estimamos a todos uma ótima experiência com a leitura dos trabalhos acadêmicos presentes em nosso volume 12, número 2!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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RELAÇÕES HUMANAS: O Papel da Psicologia
v. 12 n. 1 (2021)É com muita satisfação que abrimos o ano de 2021 com a primeira edição de Psicologia na história da Episteme Transversalis. Um trabalho modulado por autores que amam o que fazem e compartilham suas pesquisas e descobertas neste campo em constante expansão. Os mistérios da psique humana já estavam em pauta antes do período pandêmico e agora com os “efeitos colaterais” provocados, a temática se torna ainda mais relevante.
O comportamento humano através dos séculos proporcionou infindáveis estudos e a partir disso, nossa edição de destaque se propõe a discutir assuntos como as relações familiares, no ambiente de trabalho e no contexto escolar. Contempla também pesquisas na área da saúde e debates sobre o papel social da mulher.
Além da edição em destaque, também apresentamos outras seções como Saúde e Meio Ambiente, seguida de AET (Arquitetura, Engenharia e Tecnologias).
Gostaríamos de agradecer especialmente aos professores que prontamente contribuíram para realização desta edição, Alexandre Batista, Camila Resende, Ludmilla Furtado e Elizabeth Duarte.
Estimamos a todos uma boa leitura!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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NUTRIÇÃO E MEIO AMBIENTE EM FOCO
v. 11 n. 3 (2020)Para fecharmos o ano com chave de ouro, nada melhor que abordarmos assuntos pertinentes à saúde, tendo em vista que em 2020 muito se discutiu sobre esta temática. Ansiedade, preocupação e aflição foram alguns dos sentimentos que fizeram parte da vida de todos os indivíduos e, como consequência, modificaram hábitos regulares, interferindo na alimentação e rotina da população.
Diante disso, os estudos não só no campo da nutrição, mas também na área da saúde de uma forma geral trazem benefícios e nos fazem refletir sobre mudanças de hábitos para fins mais saudáveis. Sendo assim, a Revista Episteme Transversalis traz em destaque a seção “Saúde e meio ambiente” apresentando pesquisas acadêmicas que fomentam reflexões sobre alimentação, comportamento e também, alguns artigos sobre questões ambientais.
Além destes trabalhos, também apresentamos outras seções como “Arquitetura, Engenharia e Tecnologias e (AET)” “Educação e Sociedade”.
Estimamos uma ótima experiência de leitura e aprendizagem!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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EDUCAÇÃO: Reflexos & Reflexões
v. 11 n. 2 (2020)O educador tem a incansável tarefa de transformar. Transformar a si mesmo, o outro e os espaços por onde passa, sejam eles físicos ou virtuais. Pensar e repensar o processo de ensino-aprendizagem e quebrar paradigmas são algumas de suas responsabilidades. Para refletirmos sobre isso, a Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis publica agora trabalhos acadêmicos na seção “Educação e Sociedade”.
Entender o contexto social no qual o aluno está inserido, o processo que o acompanhará durante sua experiência escolar e a gestão de um ambiente favorável são algumas das ricas questões que serão levantadas no destaque desta edição.
Além destes trabalhos, também apresentamos outras seções como “Ciências Econômicas, Sociais e Políticas (Ciências ESP)”, “Arquitetura, Engenharia e Tecnologias (AET)” “Saúde e Meio Ambiente”.
Estimamos uma boa leitura!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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É TEMPO DE ESTRATÉGIAS!: Articulações sobre Empreendedorismo
v. 11 n. 1 (2020)Vivemos um momento atípico no qual palavras e atitudes são resinificadas. É preciso se adequar, ou seja, adaptar ao novo, aprender, reaprender e empreender. Nesta edição teremos as seções “Ciências Econômicas, Sociais e Políticas (Ciências ESP)”, “Arquitetura, Engenharia e Tecnologias (AET)” “Saúde e Meio Ambiente” e a seção de destaque: “Educação e Sociedade” trazendo artigos que falam sobre empreendedorismo.
Como a família pode se unir e ajudar neste cenário? Em uma empresa privada ou pública, é importante pensar no clima do ambiente de trabalho? A satisfação do funcionário está relacionada com sua produtividade? Como lidar com as vantagens e desvantagens ao se tornar empreendedor? Pensando neste e outros aspectos levantados por nossos autores, a Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis publica agora trabalhos acadêmicos que tratam a temática.
Você conhecerá técnicas e estudos no campo da administração que abordam marketing, estratégias, tomada de decisões, relacionamentos interpessoais e profissionalização. Pois, afinal de contas, é importante se solidificar em uma economia mutável.
Estimamos a todos uma boa leitura!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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SAÚDE E MEIO AMBIENTE EM PAUTA
v. 10 n. 3 (2019)A última edição do ano está imperdível! Apresentamos o terceiro número do nosso décimo volume com o compromisso de ampliar a nossa periodicidade de semestral para quadrimestral. Nesta edição teremos as seções “Ciências Econômicas, Sociais e Políticas (Ciências ESP)”, “Arquitetura, Engenharia e Tecnologias (AET)” e a seção de destaque: “Saúde e Meio Ambiente”.
Pauta das discussões mais importantes do mundo, a saúde e o meio ambiente são, sem dúvidas, temas para serem estudados e analisados. Pensando nisso, a Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis publica agora trabalhos acadêmicos de renomada qualidade que tratam das vertentes deste tema.
Você conhecerá pesquisas que abordam desde análise nutricional e qualidade de alimentos, até o estudo de práticas ambientais, verificação de solo, contaminação em água de manguezal, atividade específica de potássio em amostras de rochas, contenção de encostas, entre outros.
Estimamos uma ótima experiência de leitura e aprendizagem!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis
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DIREITO E ÉTICA EM QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS
v. 10 n. 2 (2019)A Revista Episteme Transversalis, QUALIS B4 (ISSN: 2236-2649), é uma publicação científica interdisciplinar, que tem como objetivo principal refletir sobre as questões de nosso tempo a partir de assuntos atuais relacionados à diversas áreas do conhecimento.
Visando ampliar sua periodicidade de semestral para quadrimestral, optamos por incluir novas seções em todas as futuras edições.
1) Ciências Econômicas, Sociais e Políticas (Ciências ESP)
2) Educação e Sociedade
3) Arquitetura, Engenharia e Tecnologias (AET)
4) Saúde e Meio Ambiente
Em destaque, temos uma edição intitulada: “DIREITO E ÉTICA EM QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS" dentro da seção “Ciências Econômicas, Sociais e Políticas” que aponta a aplicação do Direito e sua complexidade frente às questões atuais. Os artigos dialogam sobre algumas situações do cotidiano, os dilemas das relações, suas controvérsias e abre reflexão sob a ótica do Direito.
Desejamos uma boa leitura!
Comissão Editorial da Revista Episteme Transversalis









